E eu achando que iria ser o máximo escrevê-la...
Mas é isso... as coisas vão se acertar, se Deus quiser!
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Juliana Farias
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09:13:00
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André Luiz Coutinho
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16:06:00
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Contribuir para a memória e a cultura na internet tem sido uma tarefa difícil estes últimos dias. As pessoas que me cercam nem aguentam mais ouvir falar da minha monografia que já mudou de enfoque três vezes e dessa vez é para valer! mas enfim, é a vida.
Hoje, dia das mães, já dei parabéns para a minha faz tempo, já dei o presente faz tempo, só faltou lavar a louça. Mas essa fica pro meu pai.
Enfim... como eu tava dizendo... o que eu tava dizendo?
Gente, assistam isso aqui e sejam felizes.
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Juliana Farias
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18:19:00
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Pensei em começar esse texto por uma breve introdução. Mas, eu não sou do tipo de pessoa que gosta de rapidinhas. Sou uma pessoa excêntrica, fora dos padrões normais, desajeitada, atrasada. Resumindo, serei seu pedaço de mau caminho as quintas. Mas as minhas quintas são como eu, fora do padrão. Desculpa se a minha quinta-feira for a sua sexta-feira, tudo depende de um modo incomum de enrolar as pessoas com argumentos infindáveis.
O tema dessa semana é adolescência. Incrível como eu me sinto uma velha psicóloga de 40 anos que falará sobre um tema super distante da realidade. Mas, não sou psicóloga, não tenho 40 anos (UFA!) e adolescência não é um tema tão abstrato pra mim. Eu posso dizer que eu ainda vivo nessa fase, respiro, sorrio para ela todos os dias. Me considero um misto de criança e adolescente. Mas, não me chamem de adulta, madura, “crescidinha”. Isso me remete idade, cabelos brancos, preocupação, contas para pagar e por aí vai... Ser adolescente é ter espírito livre de mau humor, é viver cada hora como se fosse o último instante e ter curiosidade de ter da vida mais e mais.
Ser adolescente é encontrar com os amigos na sexta-feira, virar uma garrafa de vodka da pior qualidade e achar que o mundo é lindo. É romper o seu primeiro namoro e chorar litros de lágrimas achando que o mundo vai acabar e que você não consegue viver sem a tal pessoa. É pintar a cara e ir para as ruas defender um ideal e achar que o sistema mundial vai mudar no dia seguinte. É experimentar conhecer novos lugares, novas sensações, novas pessoas, novos sabores, aromas...
Pra fazer tudo isso, não há idade estabelecida. Há espírito. Existem pessoas que vivem a adolescência e esquecem o quão bom era viver aqueles momentos. Passam pela vida falando mal de quem vive essa etapa tão gostosa, independentemente de idade. Sabe, meu discurso torto pode parecer a primeiro instante saudosista. Mas, quem te disse que eu não sou uma adolescente ainda?
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Anônimo
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01:34:00
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Clara
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Juliana Farias
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16:42:00
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Phernando Faglianostra
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saia justa, lembranças, reflexões
Já existiu uma época em que ver Saia Justa me proporcionava mais prazer. Achava as discussões mais interessantes que “pseudo-intelectuais”. Apesar disto, ainda assisto e, em alguns momentos, sou levada à reflexão. Hoje, contrariando o que tenho sentido há um tempo com relação ao programa, fui levada à duas.
A primeira, com relação ao ocorrido em Santa Catarina e a mobilização para socorrer as vítimas da catástrofe.
Cada vez que acontece uma catástrofe - seja gerada por fatores da natureza ou atitudes de seres humanos - explorada pela mídia, penso nas que acontecem diariamente e não são super exploradas ou sequer divulgadas.
Certa vez, em uma saída com o Diogo, amigo querido, paramos em um bar na Evaristo da Veiga, Lapa (RJ), em frente a um lugar onde tocava samba em alto e bom som. Dentro deste espaço de show, pessoas que podiam pagar R$20 de entrada para se divertir ao som de bons músicos. Nós, por acaso, éramos do grupo que poderia pagar para estar lá, mas optamos por ouvir a música no boteco pé-de-chinelo em frente, tomando nossa cerveja em garrafa a R$2,50. O nosso samba naquele domingo foi na rua, junto dos que por alguma razão também estavam naquele pé-sujo.
Sambando, conheci um cara de aproximadamente 50 anos que morava numa favela próxima. Entre sambas e cervejas, ele nos contou coisas pesadas do local onde morava e vi naquela pessoa uma alegria que não se encontra em qualquer lugar. Não sei se isso se deu pelo excesso de bebida – meu e dele. Quando nos despedimos, senti tristeza, muita tristeza gerada pelo questionamento a respeito de como seria a vida daquele homem? Tão alegre, tão anestesiado, tão diferente... Chorei e mais nada.
É isso que fazemos, choramos e mais nada. Ajudamos e mais nada. E isso quando não ignoramos o mendigo que dorme na porta do prédio, às 4 da manhã, depois de uma carona de um amigo morador da Borges de Medeiros em seu super carro 4x4.
Márcia Tiburi levantou uma questão que já havia me atormentado a mente em algum momento.
Falou sobre se conviver bem com a desigualdade e se importar apenas com as conseqüências da mesma.
A partir desta reflexão, penso que ao mesmo tempo em que, no caso citado anteriormente, abri espaço para o diferente me contar um pouco de sua realidade tão estranha a mim, questiono-me se não o fiz apenas pelo fato de naquele momento sermos iguais: duas pessoas ouvindo o samba do lado de fora e pagando o mesmo preço pela cerveja, duas pessoas se divertindo da mesma forma.
Já com relação ao homem que tive que tomar cuidado para não pisar por estar dormindo exatamente no espaço da entrada do prédio, dei graças a Deus por este não acordar e tomar qualquer atitude violenta comigo, ou seja, pulei-o, ignorei-o e agradeci aos céus por ele não fazer nada que me agredisse.
Apenas isso.
Só me questiono sobre qual seria a sensação se algo ruim me acontecesse naquele momento. Ou pior, será que este homem que ignorei fez algum mal a alguém no dia ou semana seguinte?
Não sei. O que sei é que a mim nada foi feito e isso me bastou.
Assim como esses exemplos, muitos outros poderiam ser registrados. Sentada no sofá da espaçosa sala, com o notebook no colo, escrevo e reflito sobre as desigualdades que me abalam de vez em quando - quando através de um programa de TV paro para olhá-la de frente. Será que minhas adoradas ciências humanas me ajudarão a mudar alguma coisa aqui dentro – e lá fora – ou me servirão apenas como base para uma “pseudo-intelectualidade” e discussões em mesas de bar, onde, em alguns casos, só existe a necessidade de se falar mais alto e citar inúmeros teóricos clássicos?
Posso estar generalizando e me desculpem por isso. Há necessidade real de se pensar mais a respeito disso tudo.
A segunda questão que me levou à reflexão? Leila Diniz. Será que conseguirei escrever sobre essa figura mitológica antes de digerir a questão anterior?
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Blogueiros S.A.
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00:33:00
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Marcadores: Clara Martins
Poderei ter férias decentes (e dinheiro suficiente) para visitar o Reino Unido , passando não somente pela Inglaterra, como também pela Escócia, Irlandas e País de Gales.
Não morarei mais com a minha mãe.
Acabarei minha faculdade, e assim, meu estágio.
Serei efetivada.
Tudo isso, não necessariamente nessa ordem! =)
E vocês, sonham com o quê?
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Ju Cunha
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19:08:00
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Continuando o ultimo post...
Para um estudante de comunicação, tanto homem quanto mulher, qual é a dica que você daria para ele?
Esportivo ou não, eu acho que o jornalista tem que ler muito, essa é a coisa mais importante do jornalismo. Porque todo mundo hoje mexe com computador, sabe falar inglês, sabe falar mandarim. O que vai te diferenciar dos outros é a sua cultura, é o seu embasamento. E quanto mais você lê, mais amplia seu vocabulário. Quanto mais você amplia o seu vocabulário, mais fornece capacidade para o seu cérebro de formular raciocínio. A pessoa que tem um vocabulário menor, a capacidade de juntar uma idéia com outra e fazer um raciocínio é menor, isto está comprovado
Vale a pena ser jornalista esportivo no Brasil?
Depende do que você chama de valer a pena, alias se você for pensar, não vale muito a pena ser jornalista, porque você ganha pouco e trabalha muito. Depende então da sua paixão. O jornalismo esportivo pra mim é o que há de melhor, porque assim, quando você fala em jornalismo, você vai entrevistar um político você quer mostrar que o cara rouba, que ele é um safado. No jornalismo esportivo você está ali para mostrar que o homem pode superar os seus limites, que ontem ele fez um tempo x e hoje ele vai fazer um tempo x – menos alguma coisa. Então você vai mostrar que de repente um cara como o Washington que é um cara que tem diabetes, que tem problema cardíaco, você pega tudo isso e faz um gol em uma decisão, é um vencedor. Então o jornalismo esportivo trás essa carga de beleza é uma ode ao ser humano, é maravilhoso. E hoje em dia tem cada vez mais gente querendo ser jornalista esportivo, muito mais mulheres, é impressionante o crescimento do número de mulheres no jornalismo esportivo, isso é uma coisa muito legal.
Qual é a sua expectativa para o futuro das mulheres no jornalismo esportivo?
Eu espero cada vez mais que as pessoas não pensem como mulheres ou homens no jornalismo esportivo e sim como profissionais essa é a minha grande expectativa. Eu acho que vai haver uma democratização muito grande com a informação e eu acho que as mulheres vão estar juntas nisso, vão estar nesse compasso. Assim como hoje você vê mulheres dirigindo, mulheres mecânicas, mulheres pedreiras e é isso, deixou uma brecha a gente está entrando.
Bom é isso!!!
Abraço à todos!!!
fui...
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André Luiz Coutinho
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23:54:00
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Neste semestre através da faculdade eu tive a oportunidade de entrevistar a Renata Cordeiro, jornalista esportiva da Rede Record e que já passou também pelo Sportv e pela Band. Atualmente ela faz uma pequena participação no "Balanço Geral" apresentado pelo Wagner Montes.
Vou postar aqui um trecho desta entrevista, caso fique muito grande eu divido em dois posts...
Você como mulher já sofreu algum tipo de preconceito por estar lidando com o futebol?
Eu acho que eu não só sofri como eu continuo sofrendo. Lógico que tem algumas coisas que são inerentes, eu tenho amizade com alguns jogadores, técnicos de futebol e tal, mas muitas vezes eu tenho que tomar cuidado. Porque assim, a gente é mulher, a gente pode ser cantada, passar por algumas situações desagradáveis. Como eu tenho muito tempo de janela, de maneira geral essa galera me respeita. Mas dentro do meio a competição entre outros “coleguinhas,” tem sempre aquela coisa de “Há, ela é mulher”, “Ta saindo com algum chefe”, mas comigo não dá mais pra colar essa história porque eu já mudei de emprego várias vezes, não dá nem pra dizer que eu to saindo com o chefe (risos), mas já ouvi isso no início da carreira. Preconceito sempre existe, principalmente entre os “coleguinhas”, ao contrário do público que é muito carinhoso comigo.
O que você acha de uma mulher narrando uma partida de futebol? Se te fosse feito o convite, toparia o desafio?
Eu acho que não tem problema nenhum, eu acho que mulheres e homens tirando algumas particularidades (risos) podem fazer o que o outro faz. Eu acho que a única diferença, eu vejo isso por mim mesma na minha geração, eu não assistia jogo de futebol desde pequena, eu não acompanhava. Então tem certas coisas que o homem fica mais acostumado, então coisas que um “peladeiro” vai sacar melhor do que uma mulher que nunca jogou futebol. Não interessa se é mulher ou homem, o que interessa é se faz bem o seu trabalho. O que interessa é que se tenha credibilidade no meio, é nessa que a pessoa tem que se impor, além de tudo tem que ser bom naquilo que faz.
No próximo post a continuação...
Abraço à todos!!!
fui...
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André Luiz Coutinho
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23:45:00
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Marcadores: André Coutinho
Um russo que descreveu a polícia de sua cidade como "corja" em um post publicado na Internet recebeu uma sentença de prisão por extremismo, levando os blogs russos a protestar contra o cerceamento à liberdade de expressão.
Savva Terentiev, 28, um músico da cidade de Syktyvkar, escreveu em seu blog no ano passado que a força policial local precisava ser depurada por meio da queima de policiais na praça da cidade duas vezes ao dia.
Condenado por acusações de "incitação ao ódio ou à hostilidade", Terentiev recebeu sentença de um ano de prisão nesta segunda-feira (7), de acordo com agências de notícias russas.
Alguns ao lerem esta reportagem poderão se revoltar e perguntar: - Cadê a liberdade de expressão?
Na minha opinião a liberdade de expressão acaba quando alguns pontos de vista são levados em consideração. Como por exemplo o fato de você influenciar milhares de pessoas através das palavras.
Algo como a publicidade que faz da pessoa comum um consumidor em potencial ao usar em suas campanhas argumentos para lá de convincentes. No caso do post do nosso amigo russo, o que estaria em evidência seria o chamado marketing social que ele faz chamando os policiais de "corja" e incitando a violência (no caso a morte dos mesmos policiais).
Seria algo como se eu chegasse aqui nesse meu espaço virtual e chamasse os policiais militares aqui do Rio de "vermes" e sugerisse exterminar os piores com requintes de crueldade a lá Elias Maluco.
Temos que ter muito cuidado com o que escrevemos, porque por menos que possa as vezes parecer, estaremos influenciando outras pessoas com nossas idéias.
E entrando um pouco mais nesse assunto, não posso esquecer como um aspirante a jornalista que uma boa reportagem, diferente de um post, depende da imparcialidade de quem a transmite, infelizmente não é o que vemos por ai com jornais demonstrando claramente as suas opiniões, mas isso é assunto para posts futuros.
Bom, é isso!!!
Abraço à todos!!!
fui...
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André Luiz Coutinho
às
22:11:00
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Marcadores: André Coutinho
Desculpem-me pela ausência. O excesso de trabalho e o fim de período me tiraram o tempo.
Hoje vou falar justamente disso: falta de tempo.
Ultimamente, tenho ouvido muito as pessoas dizendo ( me incluo nessa) que não têm tempo para se divertir, que estão estressadas com a faculdade e/ ou o trabalho, etc.
Será que realmente nos falta tempo, ou o que nos falta é paciência para organizá-lo melhor?
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Ju Cunha
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14:08:00
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Marcadores: Ju Cunha
Ontem, dia 29 de Junho, fez 50 anos que a taça do Mundo era nossa pela primeira vez. Com um time mágico comandado por Didi, Vavá, Zagallo e a maior dupla do futebol mundial: Pelé e Garrincha, Fomos campeões do mundo daquele ano na Suécia.
O futuro atleta do século XX, aos 17 anos em 1958 era a pouco tempo titular no Santos e logo foi chamado para a seleção, da para perceber o como aquele adolescente franzino prometia. No entanto ele começou aquela competição como reserva.
Assim como Garrincha, que aos 25 anos e já ídolo no Botafogo,o anjo das pernas tortas era visto pelo então treinador da seleção Vicente Feola como um grande jogador, porém irresponsável e que não ia se dedicar a Copa como merecia.
Porém convencido pelo capitão Belini, Nilton Santos e por Didi. Estes dois ultimos companheiros de Garrincha no Botafogo, Feola decidiu mudar a equipe depois do segundo jogo da seleção no torneio. O Brasil tinha ganho na estréia de 3 a 0 da Austria e empatado em 0 a 0 com a Inglaterra mas não tinha convencido até então. Assim Joel perdeu sua posição para Garrincha e Mazzola deu lugar a Pelé. Zito, companheiro de Pelé no Santos também entrou no time, no lugar de Dino Sani.
Com Pelé e Garrincha em campo a seleção brasileira jamais foi derrotada, foram quarenta jogos, com trinta e cinco vitórias e cinco empates.
E foi assim no restante do mundial, 1 a 0 no País de Gales (com o primeiro gol de Pelé em Copas do Mundo) nas quartas de final. nas semi-finais fez 5 a 2 na França que tinha o artilheiro da Copa, Just Fontaine que até hoje é o maior goleador de uma só edição de Copa do Mundo com 13 gols.
Na final contra a Suécia que era a dona da casa, uma mudança no uniforme. Como os suécos também usavam camisa amarela, os brasileiros que não tinham levado sequer uniformes reserva para a Copa tiveram que inovar. As pressas compraram camisas azuis em uma fábrica em Estocolmo e costuraram os escudos da extinta CBD e os números que foram feitos a partir do amarelo da camisa titular.
Após este contra-tempo, vitória da seleção brasileira por 5 a 2 novamente e a conquista do inédito título mundial. Com a taça Jules Rimet sendo erquida pela primeira vez.
Naquela época não era costume dos capitães levantarem as taças conquistadas, foi quando Belini ao receber das mãos do presidente da FIFA o tão combiçado troféu, o erqueu para que os fotográfos pudessem fotografa-la melhor, desde então o seu gesto foi copiado por todos os campeões de todos cantos do planeta.
Foi ai que o mundo descobriu que o Brasil é o país do futebol, fato que seria ratificado mais quatro vezes, em 1962 com praticamente o mesmo time, em 1970 com uma outra geração igualmente fantástica e ainda com Pelé, em 1994 com Romário e cia e mais recentemente em 2002 com Ronaldo mandando ver nos campos da Coréia e do Japão.
Bom, é isso!!!
Abraços à todos e até a próxima!!!
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André Luiz Coutinho
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23:52:00
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Marcadores: André Coutinho
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Juliana Farias
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15:17:00
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Momento muito esperado pelos universitários. Talvez até mais por nossas famílias.
Porém, tal cerimônia acadêmica não coincide com a evidente formatura de alguns alunos.
Há aqueles que se formarão depois de seus colegas de turma . Por que isso?
"Ah, essa matéria?! Nem pensar! Faço num outro período aí..." E assim vai.
Outros, puxam 213713 matérias por período para acabarem antes do tempo previsto...
Gostaria da opinião de vocês sobre esse assunto.
Escrito por
Ju Cunha
às
18:11:00
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Marcadores: Ju Cunha
Não agüento mais tantas avaliações chatas. Redações e mais redações sobre obras, escritores e críticos literários já estão me enchendo o saco.
Afinal de contas, até que ponto uma prova realmente avalia um aluno?
Gostaria da opinião de vocês sobre esse assunto.
Escrito por
Ju Cunha
às
17:41:00
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Marcadores: Ju Cunha
Andei lendo um texto do Ben Singer sobre as metrópoles e os hiperestímulos que a agitação causa... nossa. Li dentro do metrô e realmente que texto atual.
As sensações que temos e a busca constante por essas sensações, seja em filmes, seja nos noticiários, seja na novela. A repulsa, a revolta, o nojo, a alegria, o amor...
Além da velocidade...
Não é nada incomum para nós que estamos acostumados a velocidade de informação e o tempo que corre e tudo que se agita ao redor. Parece que nascemos para isso.
Minha prima com 3 anos já mexia num mouse como gente grande, clicando nos ícones como se aquilo fosse igual a fazer xixi e cocô. Impressionante.
Quem poderá conter essa nova safra de pessoas cada vez mais apuradas e hiperestimuladas?
Medo.
Escrito por
Juliana Farias
às
23:14:00
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Marcadores: Juliana
The Seattle Times (3/ 05/ 08) – O uso da maconha sob prescrição médica deve pesar contra um paciente que precisa de um transplante para sobreviver? Essa nova questão ética foi despertada essa semana pela morte de um músico: por ele fazer uso medicinal da maconha, o comitê do Centro Médico da Universidade de Washington negou-lhe o transplante de fígado.
O artigo na íntegra pode ser encontrado aqui:
http://seattletimes.nwsource.com/html/health/2004389825_liver03m.html
O uso medicinal da maconha é legal em alguns estados dos EUA. Pacientes a utilizam no tratamento de doenças como o câncer e hepatite C. Alguns médicos apóiam isso.
O problema encontra-se quando tal tratamento tira um paciente da lista de transplantes...
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Ju Cunha
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16:45:00
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Marcadores: Ju Cunha
Por que a gente é assim? Queremos mudar, mas não fazemos esforço para que isso aconteça, simplesmente esperamos intervenção divina ou algo parecido. Votar é algo mais dificil do que parece, não é apenas acordar num domingo chato e se dirigir a um local que você certamente não irá mais nos demais domingos do ano (talvez em mais um) e brincar na maquinha que parece um microondas branco sem a portinha para colocar algum alimento (pipoca talvez).
Votar é escolher alguem que vai (ou pelo menos deveria) lhe representar na prefeitura da sua cidade, no governo do seu Estado, nas câmaras, no senado e na presidência do seu país. Sabemos o quanto é complicado confiar em alguem, ainda mais se você só conhece esse alguem pela tv, de quatro em quatro anos para te cativar e convencer a elege-lo. Sabemos também que boa parte das pessoas que entram para o ramo estão mais interessadas nas políticas pessoais, em como encher próprio cu (sem acento) de dinheiro. Mas não podemos generalizar, culpando a classe toda pela cáca da maioria. Temos é que ficar de olho, deixar os velhos conhecidamente corruptos de lado e ao menos dar uma chance para os mais novos, que há principio (até que uma CPI prove o contrário) é honesto e pode realmente fazer algo útil por nós.
A idéia deste texto não é promover nenhum candidato (muito menos promover a minha) e sim tentar mostrar para o pessoal mais descrente que há sempre pequena chance de o impossível rolar e o Brasil tomar um rumo finalmente, uma hora isso terá que acontecer. Só não pode é a população reclamar e na hora votar em qualquer um para poder se livrar logo da obrigação e ir aproveitar o domingo.
Abraço à todos!
fui...
Escrito por
André Luiz Coutinho
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14:55:00
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Marcadores: André Coutinho
7 dias, 7
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