Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
Querem acabar com o Jornalismo...
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André Luiz Coutinho
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Domingo, 10 de Maio de 2009
Muito pouco...
Contribuir para a memória e a cultura na internet tem sido uma tarefa difícil estes últimos dias. As pessoas que me cercam nem aguentam mais ouvir falar da minha monografia que já mudou de enfoque três vezes e dessa vez é para valer! mas enfim, é a vida.
Hoje, dia das mães, já dei parabéns para a minha faz tempo, já dei o presente faz tempo, só faltou lavar a louça. Mas essa fica pro meu pai.
Enfim... como eu tava dizendo... o que eu tava dizendo?
Gente, assistam isso aqui e sejam felizes.
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Juliana Farias
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18:19:00
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Saber viver
Pensei em começar esse texto por uma breve introdução. Mas, eu não sou do tipo de pessoa que gosta de rapidinhas. Sou uma pessoa excêntrica, fora dos padrões normais, desajeitada, atrasada. Resumindo, serei seu pedaço de mau caminho as quintas. Mas as minhas quintas são como eu, fora do padrão. Desculpa se a minha quinta-feira for a sua sexta-feira, tudo depende de um modo incomum de enrolar as pessoas com argumentos infindáveis.
O tema dessa semana é adolescência. Incrível como eu me sinto uma velha psicóloga de 40 anos que falará sobre um tema super distante da realidade. Mas, não sou psicóloga, não tenho 40 anos (UFA!) e adolescência não é um tema tão abstrato pra mim. Eu posso dizer que eu ainda vivo nessa fase, respiro, sorrio para ela todos os dias. Me considero um misto de criança e adolescente. Mas, não me chamem de adulta, madura, “crescidinha”. Isso me remete idade, cabelos brancos, preocupação, contas para pagar e por aí vai... Ser adolescente é ter espírito livre de mau humor, é viver cada hora como se fosse o último instante e ter curiosidade de ter da vida mais e mais.
Ser adolescente é encontrar com os amigos na sexta-feira, virar uma garrafa de vodka da pior qualidade e achar que o mundo é lindo. É romper o seu primeiro namoro e chorar litros de lágrimas achando que o mundo vai acabar e que você não consegue viver sem a tal pessoa. É pintar a cara e ir para as ruas defender um ideal e achar que o sistema mundial vai mudar no dia seguinte. É experimentar conhecer novos lugares, novas sensações, novas pessoas, novos sabores, aromas...
Pra fazer tudo isso, não há idade estabelecida. Há espírito. Existem pessoas que vivem a adolescência e esquecem o quão bom era viver aqueles momentos. Passam pela vida falando mal de quem vive essa etapa tão gostosa, independentemente de idade. Sabe, meu discurso torto pode parecer a primeiro instante saudosista. Mas, quem te disse que eu não sou uma adolescente ainda?
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Amanda Dutra
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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Tudo pra cair em saudade...
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Clara
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Domingo, 19 de Abril de 2009
Meu melhor do lado escuro
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Juliana Farias
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Terça-feira, 31 de Março de 2009
Crise Financeira = fim do mundo?
A crise é séria, eu sei, muitas empresas (bancos, inclusive) quebrando, pessoas endividadas, desempregadas, aterrorizadas, enfim, um inferno, mas o que eu me pergunto é o seguinte: todas as empresas que quebrarem neste momento vão colocar a culpa na crise?
Fico imaginando a Varig, a Vasp e/ou o Banco Santos quebrando hoje... como seriam as manchetes? Como seria o discurso do Jabor?
Olha, trabalho com prestação de serviços para pessoas físicas e jurídicas. Visito muitas empresas e, às vezes, fico um certo período trabalhando dentro delas, o suficiente pra ver como elas funcionam, como estão organizadas e como são mal administradas.
Certamente você, se já não passou por isso, conhece alguém que já foi dispensado de uma empresa por ser "bom demais para o emprego". Que tipo de empresa dispensa um empregado por ele ser bom? Devo ser um péssimo profissional para manter meu emprego?
Claro que o motivo real não é esse. É a velha política de morder e assoprar depois. "Tô te mandando embora mas, ó, você é bom, tá? Sua estrela vai brilhar! Merece um lugar melhor! Vai com Deus e me liga. Nada pessoal, ok?". Simples corte de gastos. Ameaça de crise? Manda embora! Nem pense duas vezes.
Aliás, 5 anos estudando economia e a única solução que doutores encontram em momentos ruins é demissão em massa?
Na hora de contratar, fazem errado. Escolhem quem aceita ganhar menos e se humilhar mais. Que se danem a formação e a experiência. Currículos só com pretensão salarial e foto. Não querem um bom profissional; querem formar uma boy band. Pegam o auxiliar de assistente de ajudante de serviços gerais e botam lá pra fazer a entrevista com os candidatos, pagando de psicólogo. Dinâmicas de grupo onde os candidatos se vestem bem pra brincar de "galinha choca" numa sala com pessoas desconhecidas. Carnaval de clichês.
Uma vez dentro de uma empresa, onde deveriam estimular a cooperação e a união, estimulam a competição. A falsidade rola solta. Todos querendo aparecer, querendo se mostrar mais úteis que o infeliz da bancada da frente, do lado, sei lá.
Sem falar na má distribuição de empregados na empresa. Você é contratado pra fazer uma coisa e acaba sendo reaproveitado pra fazer outras, de preferência, que não tenham nada a ver com a sua área. O caso do tal auxiliar de ajudante que vira psicólogo, só pra economizar. É difícil imaginar em que tudo isso vai dar?
Então, não dá pra ter uma idéia real da crise assistindo ao casal das 8. Eu não sei até que ponto a instabilidade e a alta do dólar afetam a indústria e o comércio (em 2002 chegou a bater R$ 3,79, você lembra? não, né?), ou se a quebradeira é simplesmente o efeito do vento e da maré sobre esses castelos de areia que vemos por aí. Essa crise pegou os investidores, empresários e economistas de surpresa mesmo, como diz o rapaz munito do jornal, ou estavam todos acomodados e mal acostumados com o errado que dava certo até então?
Não sei. Talvez eu tenha escrito um monte de besteiras. Talvez não.
A crise é desse tamanho todo mesmo ou grande parte é sensacionalismo? Reflitam, pensem, chorem, arrotem; só não xinguem mamãe aí nos comentários.
Phernando Faglianostra também escreve besteiras sem graça no Bagulho Digital.
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Phernando Faglianostra
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00:55:00
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
será que volto?!
saia justa, lembranças, reflexões
Já existiu uma época em que ver Saia Justa me proporcionava mais prazer. Achava as discussões mais interessantes que “pseudo-intelectuais”. Apesar disto, ainda assisto e, em alguns momentos, sou levada à reflexão. Hoje, contrariando o que tenho sentido há um tempo com relação ao programa, fui levada à duas.
A primeira, com relação ao ocorrido em Santa Catarina e a mobilização para socorrer as vítimas da catástrofe.
Cada vez que acontece uma catástrofe - seja gerada por fatores da natureza ou atitudes de seres humanos - explorada pela mídia, penso nas que acontecem diariamente e não são super exploradas ou sequer divulgadas.
Certa vez, em uma saída com o Diogo, amigo querido, paramos em um bar na Evaristo da Veiga, Lapa (RJ), em frente a um lugar onde tocava samba em alto e bom som. Dentro deste espaço de show, pessoas que podiam pagar R$20 de entrada para se divertir ao som de bons músicos. Nós, por acaso, éramos do grupo que poderia pagar para estar lá, mas optamos por ouvir a música no boteco pé-de-chinelo em frente, tomando nossa cerveja em garrafa a R$2,50. O nosso samba naquele domingo foi na rua, junto dos que por alguma razão também estavam naquele pé-sujo.
Sambando, conheci um cara de aproximadamente 50 anos que morava numa favela próxima. Entre sambas e cervejas, ele nos contou coisas pesadas do local onde morava e vi naquela pessoa uma alegria que não se encontra em qualquer lugar. Não sei se isso se deu pelo excesso de bebida – meu e dele. Quando nos despedimos, senti tristeza, muita tristeza gerada pelo questionamento a respeito de como seria a vida daquele homem? Tão alegre, tão anestesiado, tão diferente... Chorei e mais nada.
É isso que fazemos, choramos e mais nada. Ajudamos e mais nada. E isso quando não ignoramos o mendigo que dorme na porta do prédio, às 4 da manhã, depois de uma carona de um amigo morador da Borges de Medeiros em seu super carro 4x4.
Márcia Tiburi levantou uma questão que já havia me atormentado a mente em algum momento.
Falou sobre se conviver bem com a desigualdade e se importar apenas com as conseqüências da mesma.
A partir desta reflexão, penso que ao mesmo tempo em que, no caso citado anteriormente, abri espaço para o diferente me contar um pouco de sua realidade tão estranha a mim, questiono-me se não o fiz apenas pelo fato de naquele momento sermos iguais: duas pessoas ouvindo o samba do lado de fora e pagando o mesmo preço pela cerveja, duas pessoas se divertindo da mesma forma.
Já com relação ao homem que tive que tomar cuidado para não pisar por estar dormindo exatamente no espaço da entrada do prédio, dei graças a Deus por este não acordar e tomar qualquer atitude violenta comigo, ou seja, pulei-o, ignorei-o e agradeci aos céus por ele não fazer nada que me agredisse.
Apenas isso.
Só me questiono sobre qual seria a sensação se algo ruim me acontecesse naquele momento. Ou pior, será que este homem que ignorei fez algum mal a alguém no dia ou semana seguinte?
Não sei. O que sei é que a mim nada foi feito e isso me bastou.
Assim como esses exemplos, muitos outros poderiam ser registrados. Sentada no sofá da espaçosa sala, com o notebook no colo, escrevo e reflito sobre as desigualdades que me abalam de vez em quando - quando através de um programa de TV paro para olhá-la de frente. Será que minhas adoradas ciências humanas me ajudarão a mudar alguma coisa aqui dentro – e lá fora – ou me servirão apenas como base para uma “pseudo-intelectualidade” e discussões em mesas de bar, onde, em alguns casos, só existe a necessidade de se falar mais alto e citar inúmeros teóricos clássicos?
Posso estar generalizando e me desculpem por isso. Há necessidade real de se pensar mais a respeito disso tudo.
A segunda questão que me levou à reflexão? Leila Diniz. Será que conseguirei escrever sobre essa figura mitológica antes de digerir a questão anterior?
Escrito por
Blogueiros S.A.
às
00:33:00
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Marcadores: Clara Martins



